A bolha, a dívida e o excesso de oferta: no Brasil também

Sempre caminham juntos. Por isso quando uma bolha estoura, a próxima demora a se formar. O preço dos ativos que lastreia as dívidas sobe e isso aumenta a capacidade de alavancagem dos endividados, a demanda por esses mesmos ativos sobe e cria uma bolha. A oferta responde, só que de maneira lenta: quando “tudo” fica pronto, a demanda some. No Brasil pós 2008 uma grande bolha privada foi inflada a partir da expansão de crédito e forte queda de juros; depois a bolha estourou por conta própria e com o auxílio do choque de juros que levou a SELIC de 7% a 14%. Hoje restaram as dívidas e o excesso de oferta. O livro abaixo explica muito bem a dinâmica da bolha imobiliária americana que estourou em 2008 e também a brasileira que acabou em 2014; dentre tantas outras no mundo. Vale a pena ler!

Como explicar a grande crise do governo Dilma?

O “novo normal” (ou estagnação secular) não acaba porque ninguém quer gastar: estão todos endividados!

 

 

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