Porque a produtividade não aumenta de forma consistente no Brasil?

Aqui a explicação na minha opinião de porque a produtividade não aumenta de forma consistente no Brasil. Grosso do PIB concentrado em serviços não sofisticados. Somos incapazes de produzir bens sofisticados e competir no comercio mundial. ver A Evolução setorial brasileira nos últimos anos, Mapa de produtividade de uma economia, Construindo Complexidade, otimo paper empirico sobre o […]

A diferença entre Lula I e II: manufaturas e commodities

A primeira fase do governo Lula foi caracterizada por forte expansão da industria e exportação de manufaturas. Isso pode ser visto na evolução da composição da pauta de exportação e na grande expansão da produção industrial. A segunda fase do governo Lula se caracterizou por forte expansão do credito e retração das manufaturas na pauta […]

Raio X das contas publicas no Brasil

O Gráfico abaixo mostra um raio-x das contas públicas brasileiras. As três grandes contas da república são previdência do sistema INSS (aproximadamente 35M de pessoas), previdência do setor público (aproximadamente 1M de pessoas) e juros da dívida (bancos, fundos de investimento e de pensão públicos e privados). Somando essas contas chegamos a 17% do PIB. […]

100 anos de PIB no Brasil

A história recente da economia brasileira se caracteriza por dois longos e grandes ciclos de crescimento econômico. A fase de Getulio, que vai de 1930 a 1950 e a fase de JK e dos militares, que engloba o período 1955-1980. O gráfico acima destaca esses dois ciclos longos e aponta para o que poderá ser nosso […]

Por que a produtividade da economia brasileira não aumentou nos últimos anos?

A resposta é simples. A grande maioria dos empregos gerados nos últimos anos foi em setores com baixa produtividade intrínseca: construção civil, serviços não sofisticados em geral (lojas, restaurantes, cabelereiros, serviços médicos, call centers, telecom, etc…), serviços de transporte (motoristas de ônibus, caminhões, pilotos de avião), entre outros. As comparações internacionais mostram que o grande […]

Juro baixo no Brasil: agora é diferente

Em 2012 o BC brasileiro trouxe a taxa SELIC para suas mínimas históricas, 7,25% ao ano. O contexto para esse movimento era de pleno emprego no mercado de trabalho, expansão do credito privado e publico com taxas de variação da ordem de 15% ao ano. O PIB brasileiro crescia na casa de 3% ao ano […]

A estrutura de empregos no Brasil: porque somos subdesenvolvidos  

Dos 206 milhões de brasileiros, 167M estão em idade de trabalhar. Desses, 103M estão na forca de trabalho procurando emprego. 89M estão empregados e 13,5M estão desempregados (dados abaixo da PNAD continua). Segundo trabalho do IPEA acima, as produtividades setoriais do trabalho nos diversos subsetores da economia brasileira são tais. Nesses setores de alta produtividade […]

Motor do crescimento do Brasil nos últimos anos: crédito

O gráfico acima mostra a evolução das taxas de crescimento do crédito total no Brasil (livre e direcionado), a taxa de crescimento do PIB e nível médio da SELIC em cada ano. Parece claro no gráfico que a impressionante expansão do crédito no período teve forte impacto na aceleração das taxas de crescimento do PIB; […]

Juro alto e cambio baixo no Brasil

Todos os choques de juros na economia brasileira desde a implantação do Plano Real decorreram de solavancos cambiais no período de câmbio flutuante ou reversões de fluxos de capital na época do câmbio quase fixo. Os juros altos dos últimos 20 anos foram fruto da fragilidade de nossas contas externas e de grandes desvalorizações cambiais. […]

Juros e cambio devem sofrer forte queda no Brasil

Qual seria hoje o nível de SELIC consistente com um crescimento (não inflacionário) do PIB entre 2% e 3%? Qual seria a taxa “neutra” de juros de curto prazo que não produz pressão inflacionaria na economia brasileira vinda de pressões de demanda? Para responder essa pergunta e’ fundamental entender o macro contexto brasileiro dos últimos […]