Como explicar a desigualdade do mundo: retornos crescentes, feed backs positivos, retroalimentação e path-dependence

Os países mais ricos do mundo têm as melhores empresas, as melhores marcas e as melhores tecnologias, por isso tem os melhores empregos e os maiores salários; a escala mundial é deles. Ao longo do tempo a tendencia é de manutenção do status quo pois essas empresas lutam para manter suas posições de mercado. As famílias ricas tem condições de dar a melhor educação, saúde e conexões sociais para seus filhos, é natural dos pais. Ao longo do tempo essa situação tende a se perpetuar, melhor educação, saúde e conexões sociais aumentam as chances de sucesso na vida. São dinâmicas que exibem retornos crescentes, retroalimentação e path dependence no jargão dos economistas. Ou em jargão de redes um modelo do tipo “scale free” com “preferential attachment” do físico A. Barabasi. A consequência de um mundo desse tipo é concentração pessoal e espacial de renda, riqueza e produção: rich gets richer. É a lógica que rege o funcionamento de um sistema complexo com retornos crescentes. O Mecanismo de mercado solto acentua essas diferenças ao longo tempo. O sistema capitalista funciona entre a topocracia e a meritocracia. (https://en.m.wikipedia.org/wiki/Pareto_distribution)

https://www.technologyreview.com/s/610395/if-youre-so-smart-why-arent-you-rich-turns-out-its-just-chance/


Redes e retornos crescentes: Krugman encontra Barabasi


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