Sobre

Paulo Gala é graduado em Economia pela FEA/USP. Mestre e Doutor em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-EESP) de São Paulo, onde leciona desde 2002 e coordenou o Mestrado Profissional em Finanças e Economia de 2008 a 2010. Pesquisador visitante nas Universidades de Columbia em Nova Iorque e Cambridge na Inglaterra nos anos de 2004 e 2005. Escreve regularmente para a imprensa local. Autor de diversos livros e artigos sobre Economia Brasileira, Macroeconomia e Desenvolvimento Econômico. Estrategista do Banco Fator entre 2012 e 2014. CEO e Economista da Fator Administração de Recursos FAR. Contato: pgala@uol.com.br

24 thoughts on “Sobre”

  1. Olá,

    Meu nome é Paula Andrade e estou escrevendo uma matéria para o site do Fundo de Pensão Postalis, sobre a atual crise financeira internacional e a crise de 29. Você acha que são parecidas ou que são diferentes? Hoje, quais seriam as fragilidades da nossa economia, de acordo com a sua opinião?

    Muito obrigada,
    Paula Andrade

    1. Acho que a escalada até a crise foi muito parecida (1920-1929) e (2000-2008) mas as respostas dos governos foram muito diferentes! O Brasil poderia trilhar esse caminho até 2017, mas acho que ainda não é o caso. A economia brasileira praticamente parou no 1tri de 2012.

      1. Quando você fala que o Brasil poderia trilhar “esse caminho” até 2017, a que se refere especificamente? Hoje, quais seriam as forças e as fragilidades da nossa economia em comparação com cenário da década de 20?

      2. Encilhamento(1900).
        Minha família fundou o Credi Real de Minas, nos registros do banco existem correspondências entre os diretores que mostram um cenário bem parecido com o de hoje.
        Quanto a semelhança com 1929, essa está mesmo na escala de encolhimento da economia. Creio que chegaremos, ao fim, com um tamanho em US$ proporcional a 1990.

    2. são muitas questões, mas vou postar um texto sobre isso: anatomia de uma crise. acho que temos que ficar atentos com deficit em conta corrente, relação crédito PIB, preço dos imóveis e das ações! abs

  2. Paulo, você recomendaria os relatórios pagos e recomendações de operações na bolsa da Empiricus ?

    Os relatórios gratuitos são muito marketeiros e te levam sempre a comprar os pagos, o que parece técnica questionável.

    Enfim, eles têm índice de acerto bom? Vale a pena ?

    Fique a vontade prá me responder por e-mail e também apagar este comentário.

    Obrigado

    1. O problema geral dos chamados “research de Sell Side” e’ que eles vendem varias ideias, algumas muito boas, outras péssimas. Depois dos movimentos de mercado observados e’ sempre possível promover os acertos e esquecer os erros. Como promoção de ideias acho que esses relatórios são interessantes, agora o valor e o preço deles e’ algo muito difícil de se medir. So a pratica e os testes “empíricos” poderão dizer!

  3. Olá Paulo.
    Como vc a problemática que envolve a auditoria da dívida pública brasileira e as irradiações positivas e negativas no mercado financeiro nacional e internacional.

  4. Boa tarde Professor Paulo. Venho acompanhando seu blog há algum tempo e já li alguns artigos seus sobre a “baixa produtividade” do trabalhador e como isso impacta a economia das empresas e até de países. Esta “baixa produtividade” teria conexão com quais fatores? O chamado “shallow work” seria um deles? E o “deep work” seria a contra-partida para o aumento da produtividade? Li algo sobre esses termos em matéria veiculada pela Folha de São Paulo a respeito de Cal Newport, pesquisador da Universidade de Georgtown, que estuda o impacto da tecnologia no trabalho. Agradeço antecipadamente sua atenção.

      1. Isto parece uma coisa lógica ao compararmos atividades empregatícias diferentes (como indústria e serviços), mas e se a comparação ocorrer com trabalhadores de mesma atividade, em empresas diferentes ou a mesma empresa em países diferentes?

  5. Boa noite Professor. Muito se fala hoje sobre a reforma da previdência. Muitos contra (sindicalistas por exemplo) e poucos a favor (base aliada do governo no legislativo). Números díspares (alguns apontam superávit e outros déficit, de acordo com sua posição contra ou a favor) sobre a atual situação do sistema previdenciário fazem parte da discussão, deixando população leiga com dúvidas sobre apoiar ou não a reforma. Afinal quem está com a razão? As reformas são necessárias ou não? Agradeço desde já seu empenho.

    1. Prezado Carlos

      Dentro da minha percepção, cada um deverá fazer a sua própria previdência para não ficar dependendo do governo, se aposentar quando desejar e bem entender e não entregar seu dinheiro para os ladrões, corruptos e corruptores tomarem conta dele. Se desejar como se faz, eu ensino, mas antes de mais nada é preciso ser DISCIPLINADO.

  6. prezado paulo, sou editor e preparo o lançamento de um “book review” mensal, cobrindo cerca de 20 áreas da produção editorial. vai circular encartado na piauí. poderíamos conversar sobre eventual colaboração? como posso entrar em contato? meu celular é 97578-3109. obrigado! paulo werneck

  7. Olá, meu nome é Lucas e gostaria de entender mais sobre economia(sem ter que fazer uma graduação para isso), então o senhor poderia me recomendar livros para entender mais?

    1. Caro, meu blog está cheio de explicações simples de economia para não economistas e sugestões de livro. Um que eu gosto muito para iniciar é o “economia modo de usar” do meu amigo Ha Joon Chang. Me passa seu e-mail que te adiciono na lista para receber os textos que escrevo! Abs

Deixe uma resposta