As prioridades do Estado chinês para ajudar a inciativa privada: made in China 2025

*escrito com Wilson Andrade

São dez os setores definidos como prioritários no Made in China 2025. Os setores estratégicos para os chineses incluem: i) equipamento marítimo avançado e embarcações de alta tecnologia, ii) ferrovia e equipamento avançado, iii) maquinaria e tecnologia agrícola, iv) equipamentos aeronáuticos e aeroespaciais v) produtos biofarmacêuticos e equipamentos médicos de ponta, vi) circuitos integrados e novas tecnologias de informação, vii) tecnologia e equipamentos de geração de energia elétrica, viii) máquinas de controle de produção de alta gama e robótica ix) veículos de baixa e nova energia, x) materiais novos e avançados. A programa representa um incentivo à inovação autóctone, especialmente em setores-chave. A execução da iniciativa Made in China 2025 está sendo liderada pelo Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, com foco na promoção do uso de produção integrada e digital, especialmente em tecnologia de manufatura inteligente; o fortalecimento da base da indústria chinesa, concentrando-se nos “quatro básicos” (componentes básicos, tecnologias básicas de processamento, materiais básicos e serviços industriais básicos); a aplicação de métodos “verde” de produção, a melhora dos serviços destinados ao setor industrial e a internacionalização das empresas industriais chinesas. O lançamento do programa Made in China 2025 e’ um resposta do governo à perda potencial de competitividade da indústria chinesa, dado que o país enfrenta concorrência crescente tanto de países em desenvolvimento, com custos de mão de obra igualmente competitivos, como de países desenvolvidos, que se beneficiam de ganhos de eficiência baseados em tecnologias inovadoras. 

*fonte:

https://iedi.org.br/cartas/carta_iedi_n_827.html?fbclid=IwAR27RIHq4f4-GQkakWMxLhLMiNuihCDNFHslPBQ2kaYQ0GHqxkEzZdjq0Vw

2 thoughts on “As prioridades do Estado chinês para ajudar a inciativa privada: made in China 2025”

  1. Esse plano do Estado de induzir a economia não fere o princípio do capitalismo de livre mercado? Não desequilibra a concorrência com empresas que atam sem o guarda-chuva estatal?

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