As três visões sobre os caminhos para se atingir a riqueza de uma nação

1)o mercado tudo resolve. Só deixar o sistema econômico funcionar sem entraves, resultados ótimos serao atingidos, países, pessoas e empresas se especializarão em suas vantagens comparativas. O mercado será capaz de alocar tudo com eficiência dentro dos países e no mercado mundial. Basta o governo não atrapalhar, garantir os contratos, segurar gastos públicos e inflação etc (visão panglossiana do mundo)

2)sem estado nada é possível. O setor privado defende ointeresse de poucos e produz enormes desigualdades e ineficiências viamonopólios e conluios. Só o espírito público pode salvar, o planejamentocentral garante igualdade e oportunidade a todos; o mercado nunca será capaz deconstruir uma sociedade justa e igualitária. Só o estado salva

3)o mercado depende do estado e vice versa. O livre funcionamento do mercado produz monopólios dentro dos países e na economia mundial travando oportunidades para os novos entrantes. Os monopólios generalizados geram ineficiência a partir do próprio funcionamento do mecanismo de mercado (falhas de mercado, second best, etc); o governo precisa intervir para garantir o bom funcionamento dos mercados; muitas vezes os governos são corruptos e incompetentes, atendem a interesses específicos e produzem “rent seeking” e muita ineficiência. um sistema de “checks and balances” precisa funcionar com mercado vigiando o estado e vice versa. O estado abre alas, as

empresas dominam a área.

Claro que são caricaturas (um pouco) mas ajudam a entender as brigas entre economistas no Brasil e no Mundo hoje!

https://youtu.be/ZuqSzqenYt8
https://www.paulogala.com.br/era-uma-vez-o-estado-e-o-mercado-no-processo-de-enriquecimento-dos-paises/

2 thoughts on “As três visões sobre os caminhos para se atingir a riqueza de uma nação”

  1. Concordo em grande medida com a terceira visão, que também é a do autor. Só acho que você ignora uma coisa importante: além do mercado e do estado, tem mais uma esfera fundamental, que é a sociedade.

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