Bovespa rompeu sua máxima histórica

A Bovespa atingiu a máxima histórica de 130.840 pontos, superando os registros de julho de 2021. Esse impulso foi dado pela sinalização de redução dos juros nos EUA, que levou a taxa de 10 anos a 3,90% após o FED indicar a possibilidade de cortes em 2024. O Copom reforçou sua tendência de cortes, indicando uma Selic provavelmente em 10,75% até março. Projeções otimistas sugerem uma redução da Selic terminal para 8,5% ou até 8%, proporcionando um cenário positivo para ativos financeiros no Brasil. Nos EUA, as bolsas continuam em alta pela sétima semana consecutiva, impulsionadas pela postura do FED.  A China surpreendeu com uma produção industrial crescendo 6,6% em novembro, consolidando-se como a maior indústria do mundo. Apesar do varejo ter crescido 10% também em novembro, ficou abaixo das expectativas. No Brasil, houve uma queda no varejo em outubro. A recuperação do petróleo, impulsionada pelos juros mais baixos e a ativação da economia chinesa, é acompanhada por uma alta no preço do minério de ferro, indicando um cenário mais aliviado para o crescimento econômico e atividade. No Brasil O IGP de dezembro da FGV registrou uma alta de 0,62%, impulsionado por commodities como minério de ferro, milho e soja. Boas notícias para a construção civil e consumidores, com o IPC praticamente estável. O destaque do dia é a possível votação da reforma tributária, representando um avanço institucional significativo no Brasil. A semana se encerra com um tom positivo: juros em queda no Brasil, sinalização de redução nos EUA e bolsas atingindo máximas históricas. Um cenário promissor para ativos financeiros nas próximas semanas.

 

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