TECLA SAP: Matrículas abertas para o Curso EAD Online de Economia sem Economês até 31/jan

Curso EAD Online de Economia para Iniciantes Um curso EAD que trata dos conceitos fundamentais de economia necessários para entender o dia a dia do Brasil e do Mundo. O curso não requer conhecimento prévio em economia ou finanças. Nesse curso passo  minha experiência de mais de 10 anos no mercado financeiro como estrategista, economista […]

Brasil: da indústria para o uber

“O engenheiro que virou suco”. É cada vez mais comum encontrar motoristas de uber e táxi que vieram do quase extinto setor industrial brasileiro; muitos vem também do setor derivado de serviços empresariais (marketing, design, TI, logística, finanças). O efeito da destruição industrial e produtiva do Brasil é visível a olhos nus (ver região do […]

Fragatas Tamandaré, Caças Gripen NG, submarinos Scorpene BR e sistema Astros: made in Brazil com ajuda do Estado

*escrito em colaboracao com Luis Felipe Giesteira Os  projetos mais importantes das Forças Armadas brasileiras hoje são a fragata classe Tamandaré, os caças Gripen NG e o sistema de lançamento de misseis ASTROS. O míssil de cruzeiro é a arma contemporânea por excelência: um foguete guiado em tempo real, com precisão de até 10m. Nosso […]

A Zona Franca de Manaus funcionou?

*escrito com Andre Roncaglia (esse texto é parte de nosso novo livro” Brasil, uma economia que nao aprende”) Nossa Zona Franca de Manaus (ZFM) seguiu a mesma lógica de “maquila de importação” usada no setor automotivo brasileiro: o “filet mignon tecnológico” vem do exterior a aqui adicionamos os componentes mais simples. A ZFM foi criada […]

África do Sul: ouro ou máquinas para extrair ouro?

*escrito com Fausto Oliveira Alguém ainda lembra do que significava a expressão BRICS? Era o conjunto de grandes países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (esta última era o S da sigla, por óbvio, South Africa). Todo esse pessoal era a promessa de desenvolvimento do século 21, uns foram e […]

As empresas domésticas de carros na Índia prosperam! (lições para o Brasil)

*escrito com Andre Roncaglia (esse texto é parte de nosso novo livro” Brasil, uma economia que nao aprende”) A incrível história do setor automotivo da Índia ajuda a mostrar um outro caminho que poderia ter sido seguido por aqui. Na última década, a indústria automobilística indiana emergiu como uma das indústrias de crescimento mais rápido […]

Multinacionais defendem com unhas e dentes suas tecnologias proprietárias

*escrito com Andre Roncaglia (esse texto é parte de nosso novo livro” Brasil, uma economia que nao aprende”) O centro da economia mundial tem alto conteúdo tecnológico proprietário em seus produtos, logo tem poder de monopólio considerável e a periferia não. Isso torna muito difícil para países da América Latina, África e Ásia chegarem lá. […]

Três estratégias de desenvolvimento do setor automobilístico: Brasil, México e China (errado,1/2 errado, certo)

*escrito com Felipe Augusto Machado No setor automobilístico, o Brasil atraiu montadoras estrangeiras para construir sua cadeia de fornecimento. O México abriu a economia para se integrar às cadeias globais. A China exigiu JVs com empresas nacionais e mirou nos elétricos. Alguns dos maiores desafios de quem depende de investimento externo são: convencer as multinacionais […]

Política industrial é na verdade um investimento de private equity que o governo faz

Rodrik sugere que podemos pensar em política industrial como investimentos de Private equity. Muitos falham mas os que acertam compensaram em larga medida as falhas. Na Ásia a estratégia que se mostrou mais acertada foi usar o mercado mundial como benchmark para medir o sucesso ou fracasso do resultado industrial das companhias que recebem subsídios […]

O desenvolvimentismo do Marques de Pombal em Portugal acabou por conta da abertura dos portos para os ingleses no Brasil

*escrito com Ricardo da Silva Carvalho, economista FEA/USP e Alberto Almeida O Marquês de Pombal começou uma política desenvolvimentista usando o mercado cativo brasileiro (já expressivo para os padrões da época) como alavanca para o desenvolvimento manufatureiro português. Estava indo muito bem até os ingleses “chutarem a escada” com o tratado de livre-comércio de 1810. […]