Na corrida pelo desenvolvimento de robôs humanoides, diversas empresas chinesas têm se destacado com projetos ambiciosos e forte apoio do governo. Aqui vão alguns exemplos relevantes:
1. Agibot (AgileX Robotics) – Uma das empresas líderes no setor, a Agibot está desenvolvendo robôs humanoides voltados para tarefas industriais e domésticas. Em 2025, anunciou a produção em escala de até 1.000 unidades, com planos de crescimento para competir com empresas como a Tesla.
2. Fourier Intelligence – Com sede em Xangai, é uma das principais fabricantes de robôs humanoides e de reabilitação. Seu modelo GR-1, lançado em 2023, foi projetado para tarefas físicas assistivas e participação em ambientes sociais.
3. UBTech Robotics – Famosa por seus robôs educativos e de entretenimento, a UBTech também está investindo em humanoides mais avançados, como o robô Walker X, que consegue interagir com humanos, subir escadas e carregar objetos.
4. Unitree Robotics – Embora seja mais conhecida por seus robôs quadrúpedes, como o Unitree Go1, a empresa também tem explorado projetos de robôs bípedes e humanoides para uso industrial e logístico.
5. Xiaomi – A gigante da tecnologia anunciou em 2022 seu robô humanoide CyberOne, capaz de reconhecer emoções humanas, caminhar de forma autônoma e interagir com ambientes físicos, marcando sua entrada no setor de robótica avançada.
Essas empresas têm se beneficiado de cadeias de suprimento locais, abundância de engenheiros especializados e financiamento estatal para acelerar a produção e exportação de robôs humanoides.
A China está assumindo a liderança na corrida pelo desenvolvimento de robôs humanoides, superando os Estados Unidos. Esse avanço é impulsionado por inovações rápidas, peças mais acessíveis e significativo financiamento estatal, permitindo que os robôs com aparência humana sigam o sucesso observado na indústria de veículos elétricos.
Empresas chinesas de robótica, como a Agibot, estão investindo fortemente na produção de robôs humanoides para diversas aplicações, tanto domésticas quanto industriais. A Agibot, por exemplo, planeja fabricar 1.000 unidades até o final do ano, desafiando concorrentes internacionais como a Tesla. Esses robôs são projetados para realizar tarefas que vão desde assistência doméstica até trabalhos em fábricas.
O governo chinês tem implementado políticas que incentivam o desenvolvimento de tecnologias avançadas, incluindo inteligência artificial e robótica. O Plano de Desenvolvimento de Inteligência Artificial, lançado em 2017, é parte da estratégia “Made in China 2025”, que visa posicionar o país como líder global nessas áreas. Essa abordagem estratégica tem resultado em avanços significativos, colocando a China à frente de outras nações.
Além das aplicações industriais, a China está utilizando robôs humanoides para enfrentar desafios demográficos, como o envelhecimento da população. Robôs estão sendo desenvolvidos para auxiliar no cuidado de idosos, oferecendo companhia e suporte em atividades diárias. Essa iniciativa busca suprir a escassez de cuidadores humanos e melhorar a qualidade de vida da população idosa.
Enquanto isso, outras nações, como os Estados Unidos, estão buscando formas de competir com o avanço chinês. Empresas americanas, como a Figure AI, anunciaram planos para produzir e implantar um grande número de robôs humanoides nos próximos anos, visando aplicações comerciais e domésticas. Esses esforços refletem a crescente importância da robótica e da inteligência artificial na economia global.

