Curso EAD Online Ascensão e queda da Argentina com Matias Vernengo

A história econômica argentina é dramática, como um tango de Gardel, ou um jogo com gol de mão do Maradona. Nesse curso analisamos o desenvolvimento econômico argentino desde o período colonial até o colapso das reformas neoliberais dos anos 90, e suas ramificações até o presente. Discutiremos com detalhe o modelo agroexportador do final do século dezenove, o suposto auge econômico quando a renda per capita era equivalente a da França, a industrialização puxada pelo estado e o fenômeno associado do peronismo, a hiperinflação dos anos 80, o Plano de Convertibilidade dos anos 90; o default do início do século vinte e um, que ainda é o maior da história. Também falaremos da atual crise e da renegociação com os credores internacionais ainda em negociação. O conflito político e de classes cumpre um papel central, quem sabe mais marcado que em outros países da América Latina, para explicar o atraso relativo, e a longa decadência da economia argentina. O curso sugere que a estratégia de desenvolvimento autônomo baseada na industrialização puxada pelo estado foi, dentro de tudo, bem-sucedida, mas seu abandono ocorreu devido aos conflitos socioeconômicos relacionados com os requerimentos salariais elevados do mercado consumidor doméstico frente a um persistente problema do balanço de pagamentos.



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Introdução


1 – A Argentina era mesmo desenvolvida?

1.1 – O que é um país desenvolvido?


1. Da fazenda aos sindicatos


1.2 – Do período colonial até o boom do fim do século XIX




1.3 – O Padrão Ouro e a crise da Barings Brothers

1.4 – A Grande Depressão e a Industrialização

1.5 – Raúl Prebisch e a politica econômica na Argentina

1.6 – As idéias estruturalistas e o Velho Desenvolvimentismo

1.7 – O Peronismo (populismo) e a industrialização



2. Do “empate hegemônico” à hiperinflação


2.1 – Crises de balanço de pagamentos

2.2 – Frondizi, Ongania e industrialização truncada dos anos 60

2.3 – O Golpe de Estado e os Chicago Boys

2.4 – Crise da dívida, aceleração inflacionaria e o FMI

2.5 – A Hiperinflação dos anos 80


3. A era da Conversibilidade


3.1 – O Consenso de Washington

3.2 – Domingo Cavallo e o Plano de Convertibilidade

3.3 – Câmbio e desenvolvimento

3.4 – O processo de desindustrialização



3.5 – Privatização e politica industrial

3.6 – O desmonte do Estado durante o governo Menem


4. A era Kirchner e o Boom das Commodities


4.1 – O estado desenvolvimentista

4.2 – Default e renegociação da dívida externa

4.3 – O Mercosul e a integração comercial com o Brasil

4.4 – Kirchnerismo e a Esquerda na América Latina



4.5 – A integração da China na economia global

4.6 – Commodity Boom e crescimento

4.7 – A Grande Recessão de 2008-9

4.8 – A restrição externa e a estagnação

4.9 – A crise brasileira e seu impacto


5. Desigualdade e reprimarização


5.1 – O retorno do Neoliberalismo

5.2 – A corrida contra o peso e a volta do FMI

5.3 – O novo endividamento externo e a fuga de capitais

5.4 – Politica industrial e crescimento

5.5 – Reprimarização e a indústria argentina

5.6 – Desigualdade e crescimento

5.7 – Desigualdade e pobreza na Argentina

5.8 – A pandemia global

5.9 – Estratégias para lidar com a Pandemia na Argentina


Conclusão


Conclusão Paulo Gala

Conclusão Matias Vernengo – Porque a Argentina ficou pra trás?


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