Deflação na China começa a preocupar

notícia relevante de inflação na China, apresentando uma deflação considerável de 0,8%, a pior em 14 anos. Embora isso auxilie no controle da inflação global, a deflação na China levanta preocupações sobre uma possível desaceleração econômica. O Brasil apresentou o IPCA de janeiro, surpreendendo ao atingir 0,42%, acima das expectativas. Destaque para os serviços subjacentes, com uma alta de 0,76%, indicando pressões inflacionárias, especialmente nos serviços menos voláteis e ligados ao núcleo da economia. Esse dado brasileiro pode impactar as taxas DI, possivelmente pressionando para cima. A incerteza recai sobre como o crescimento econômico e o mercado de trabalho influenciarão a inflação, fatores determinantes para as decisões do Copom sobre a trajetória da Selic. A China, mostrando sinais de desaceleração, e a inflação no Brasil acima das expectativas não são notícias tão positivas. Os mercados, especialmente os DIs no Brasil, podem reagir negativamente, aumentando o temor de uma desaceleração econômica global. A expectativa é que a China continue crescendo em torno de cinco por cento ao ano, mas qualquer desaceleração além disso pode alterar o cenário para 2024.

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