No final de segunda guerra mundial Getúlio Vargas fechou um acordo com F.D.Roosevelt para recebe tecnologia americana para construir nossa primeira siderúrgica nacional de grande porte, a CDN em Volta Redonda. Em troca permitiu aos americanos usarem nossa base de lançamentos em natal, uma espécie de cabo canaveral brasileiro com ótima localização para lançamento de foguetões. Se comprometeu também a segurar preços de commodities e não usar nosso poder de monopólio. Pede também Apoio para nossa FNME de veículos e ALCaLIS empresa de químicos. O general Park Chung faria algo parecido com Japão na Coreia dos anos 70 para criar a estatal, hoje gigante mundial, POSCO. Assim se faz um país! Durante a Segunda Guerra Mundial, Getúlio Vargas viu a oportunidade de negociar a construção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) como parte de um esforço estratégico para industrializar o Brasil e fortalecer a sua economia. A negociação envolveu um acordo diplomático entre o Brasil e os Estados Unidos, no qual Vargas usou a posição geopolítica do país e a promessa de concessões para bases militares americanas em território brasileiro em troca de apoio financeiro e tecnológico para construir a usina siderúrgica em Volta Redonda. O aço produzido pela CSN era fundamental para atender às necessidades industriais e militares brasileiras e dos aliados durante a guerra. Os EUA, que precisavam de uma presença estratégica na América do Sul para combater ameaças nazistas, concordaram em financiar parte do projeto por meio do Export-Import Bank, além de fornecer equipamentos e know-how técnico. A CSN tornou-se, assim, um marco no esforço de modernização do Brasil e no estreitamento das relações com os EUA no período.
A **Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)** é uma das maiores e mais antigas siderúrgicas do Brasil, fundada em **1941** durante o governo de Getúlio Vargas. Seu principal objetivo na época era impulsionar a industrialização do país, especialmente no setor de aço, que era estratégico para o desenvolvimento industrial e militar. Localizada em Volta Redonda, no estado do Rio de Janeiro, a CSN desempenhou um papel crucial durante e após a **Segunda Guerra Mundial**, sendo um símbolo da política de substituição de importações no Brasil. A usina de Volta Redonda foi inaugurada em **1946** e, nas décadas seguintes, a CSN se consolidou como uma peça central da infraestrutura industrial brasileira. Nos anos 1990, como parte de um processo de modernização e privatização promovido pelo governo brasileiro, a CSN foi privatizada em **1993**, sendo adquirida por um consórcio liderado por Benjamin Steinbruch. A privatização abriu portas para novas estratégias de expansão, incluindo diversificação dos negócios, investimentos no setor de mineração e geração de energia. Atualmente, a CSN é um dos principais conglomerados industriais do Brasil, atuando não apenas na produção de aço, mas também em setores como cimento, mineração, logística e energia, com uma presença significativa no mercado global.
Documentário sobre o tema:
Artigo sobre tema:
https://amp.dw.com/pt-br/brasil-relutou-at%C3%A9-entrar-na-guerra-ao-lado-dos-aliados/a-18426613



A refinaria na Bahia (RLAN) também entrou neste pacote de “benefícios” em troca das bases para a aviação dos aliados. E o BNDES, Também?