IBC-Br mostra Brasil estagnado em novembro

Ontem as bolsas americanas tiveram uma virada positiva impulsionada pelo otimismo no setor de tecnologia e pelos resultados da TSMC de Taiwan, que indicaram boas perspectivas de venda de chips. Isso ajudou na alta de 1,3% NASDAQ, praticamente zerando as perdas do ano. Hoje esse movimento persiste, apesar do rendimento dos títulos de dez anos ter atingido 4,15%. O mercado está enfrentando uma dicotomia, com o DXY e o dólar se valorizando, juros futuros subindo mas bolsas tambem em alta. Hoje é o último dia antes do período de silêncio dos diretores do Fed, e ontem Rafael Bostic do FED de Boston expressou uma inclinação para cortes de juros no segundo trimestre. Essa semana apresentou uma sequência de dados econômicos robustos nos EUA, com vendas no varejo e produção industrial acima das expectativas, indicando uma economia sólida. No Brasil, o real se desvalorizou em relação ao dólar, refletindo o fortalecimento do DXY. Os juros futuros subiram, e a Bolsa brasileira caiu para 127 mil. O IBC-BR divulgado hoje mostrou estabilidade, sendo uma surpresa positiva, afastando o temor de uma recessão no último trimestre. Dados positivos de varejo e da pesquisa mensal de serviços no Brasil corroboram essa perspectiva. As tensões no Oriente Médio, com o Mar Vermelho impactando os custos de frete, continuam, mas as bolsas americanas ignoraram esses fatores e avançaram. O petróleo se aproximou dos oitenta dólares, e o minério de ferro também registrou ganhos.

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