NVIDIA surpreende e ganha U$250 bilhões em valor de mercado em 2 dias

A IBOVESPA recuperou os 130 mil pontos, enquanto os juros longos no Brasil se mantiveram relativamente estáveis. O dólar também permaneceu em torno de 4,93. A ata do FED divulgada ontem não trouxe grandes novidades. No entanto, houve uma leve mudança na postura, indicando que o corte de juros pode demorar um pouco mais. O mercado está precificando um possível corte em junho. Os diretores demonstram preocupação em evitar um corte de juros prematuro. Apesar dos avanços no controle da inflação, a atividade econômica ainda se mantém sólida. O principal risco apontado é a possibilidade de um corte antecipado. A mensagem da ata sugere que o corte virá, mas provavelmente será postergado. As bolsas americanas tiveram uma leve alta no final do pregão, apesar do nível relativamente elevado dos juros de dez anos, que continuam em 4,30. Destaque para o impressionante desempenho de NVIDIA, cujas vendas e lucros superaram as expectativas, resultando em uma valorização de quase 13% e um acréscimo de quase duzentos bilhões de dólares em capitalização de mercado desde ontem. Essa empresa faz parte do grupo das “sete magníficas” tecnológicas americanas, que têm impulsionado o rali nas bolsas nos últimos doze meses. A NVIDIA, em particular, é vista como um símbolo da inteligência artificial. Seu resultado positivo está influenciando positivamente as bolsas americanas, sugerindo um possível rali. Na Europa, destaca-se a recuperação do setor de serviços, enquanto as manufaturas enfrentam desafios, especialmente a alemã, devido à concorrência chinesa. A inflação na Europa está próxima da meta, com o CPI subindo 2,8% em janeiro. No Brasil, o relatório Focus trouxe uma melhora na balança comercial, agora estimada em oitenta bilhões de dólares. O fluxo de dólar no país pela via comercial continua favorável, e há expectativas de um dólar abaixo de R$5 no final do ano. As projeções para o IPCA e o PIB também indicam melhorias, com o mercado apostando em um crescimento de 1,7% para o Brasil em 2024, após os dados do IBC-BR de dezembro.

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