Os guindastes que o Brasil não consegue fazer! (só “fazemos” soja e minério de ferro)

*escrito com Fausto Oliveira

Produtos de altíssimo valor, dependendo do modelo pode custar mais de US$ 10 mi a unidade. Tecnologias sensíveis (muita engenharia de ponta, segurança operacional, carga, envelope de trabalho etc.) Veja as 10 maiores do setor quem são. (todos de países ricos, exceto China, esquisito!)

1ª. Liebherr (Alemanha). € 3,9 bilhões de faturamento só com guindaste em 2018. Produz modelos sobre rodas, sobre esteiras, de torre, portuário, marítimo e industrial.

2ª. Konecranes (Finlândia). € 3,5 bilhões de faturamento em 2018. Produz modelos de ponte rolante (EOT), portuário e marítimo.

3ª. Cargotec (Finlândia) € 2,4 bilhões de faturamento em 2018. Produz modelos veiculares, portuários e marítimos.

4ª. XCMG (China) € 2,2 bilhões faturados com guindastes em 2018. Produz modelos sobre rodas, sobre esteiras, de torre e veiculares.

5ª. ZPMC (China) € 2,1 bilhões com guindastes em 2018. Produz modelos portuários e marítimos.

6ª. Manitowoc (EUA) € 1,8 bilhão em 2018. Produz modelos sobre roda, sobre esteira, de torre, veiculares e pontes rolantes.

7ª. Zoomlion (China) € 1,7 bilhão em 2018. Produz modelos sobre rodas, de torre, de esteira e veiculares.

8ª. Tadano (Japão) € 1,7 bilhão em 2018. Produz modelos sobre rodas, sobre esteiras e veiculares.

9ª. Palfinger (Áustria) € 1,5 bilhão em 2018. Produz modelos sobre rodas, sobre esteiras, veiculares e marítimos.

10ª. Sany (China) €1,3 bilhão em 2018. Produz modelos sobre rodas, sobre esteiras, de torre e portuários.

5 thoughts on “Os guindastes que o Brasil não consegue fazer! (só “fazemos” soja e minério de ferro)”

  1. Ainda bem que nao conseguimos fazer-los; porque certamente muitas coisas despencariam do céu antes mesmo de lá chegar. Brincadeira a parte, o problema me parece os obstáculos à inovação. Isso sim me parece um ponto a ser discutido em exaustão.

  2. UFABC foi criado para reindustrializar o ABC e trazer a “era de ouro dos empregos por lá” mas …
    Hoje investe em matemática Africana,
    Pós em Humanas como Realções Internacionais, Filosofia e sociologia enquanto as engeharias ficam a ver navios
    E detalhe o orçamento da tão jovem universidade já se encontra completamente comprometido com Folha de Pagamento

  3. Eu acho que um dos problemas é que tem que ter muita coragem para fazer um investimento deste vulto em um país que deita de um jeito e acorda de outro. São muitas incertezas por aqui.

  4. Na época da ENGESA tínhamos engenharia própria para esses tipos de equipamentos, conheço alguns excelentes engenheiros daquela época, verdadeiros experts em equipamentos especiais e de operação militar, com alta precisão, engenharia pesada. Foi tudo pro lixo na época do FHC, por intereferência americana, para não termos e não vendermos tecnologia militar sofisticada para o Oriente Médio e outros países sulamericanos. Somos vassalos dos do norte …

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